Síndrome inflamatória multissistêmica em crianças e adolescentes com COVID-19: uma revisão de literatura

Andre Luiz Silva Alvim, Ariane Teixeira Volpato, Elisa Mileni de Sá Gomes, Emmanuelle Tavares Cunha, Haliny Matos Vilaça, Larissa Barroso Mayrink, Larissa Veloso Hilarino, Márcia Regina de Assis Guimarães, Taynah Regianni Furtado Pereira, Marcos Paulo Guimarães, Patryk Marques da Silva Rosa, Ana Luiza Ribeiro Campos, Bruna Oliveira Cândido, Isabela Lima de Oliveira, Gabriel Henrique Vasconcelos Nascimento, Nayara Bruna Germano, Rafael Lucas Cecílio Mendes

Resumo


Objetivo: Analisar como a literatura científica descreve a síndrome inflamatória multissistêmica em crianças e adolescentes com COVID-19. Método: Trata-se de uma revisão narrativa realizada no período de fevereiro a julho de 2020. Os seguintes descritores foram utilizados na pesquisa: “COVID-19”, “Coronavirus disease”, “Kawasaki syndrome”, “Multisystem Inflammatory Syndrome”. Resultados: Os artigos evidenciaram que a síndrome inflamatória multissistêmica passou a ser mais observada devido às suas manifestações clássicas. Destacam-se sinais laboratoriais como neutrofilia, linfopenia, fibrinogênio reduzido, PCR e D-dímero elevados, ferritina alterada e hipoalbuminemia, sendo estes os achados inflamatórios presentes na maioria dos pacientes pediátricos que manifestaram a síndrome. O tratamento de suporte é recomendado para apresentação leve ou moderada da doença, principalmente em casos de deterioração clínica ou doença grave. Conclusão: A manifestação de uma síndrome inflamatória multissistêmica em pacientes pediátricos ainda é pouco frequente, com escassos relatos e estudos no meio científico.


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